a todas as gravidas que foram vacinadas e têm ouvido as noticias estes dias...Como sabem, duas gravidas esta semana perderam os seu bebes. Elas tinham feito a vacina.
Queria só alertar as gravidas que fizeram a vacina e aquelas que estao a pensar faze-la, que até ao momento não foram relacionadas as mortes com a vacina.
Infelizmente quase todos os dias uma mãe perde o bebe em circunstancias parecidas, quer tenha feito ou não a vacina...
Uma minha colega estava gravida de gemeas, deixou de sentir uma, e quando fez a eco já nao tinha batimentos, e dias depois a outra tambem faleceu ainda na barrida da mãe...
Como este caso ha muitos...
Pode perfeitamente ter sido coincidencia... Por isso, ás mamãs que fizeram a vacina: mantenham-se calmas! Vai tudo correr bem!

Deixo aqui um artigodo presidente do conselho de administração da maternidade alfredo da costa e do director geral de saude.
"Terrível coincidência"
Em entrevista à RTPN, o presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa, Jorge Branco, lembrou o número mortes fetais tardias em Portugal para desvalorizar a hipótese de uma relação entre os casos dos últimos dias e a vacinação contra a Gripe A: "cerca de 300 fetos" por ano.
"No ano passado foram um pouco menos, entre 280 a 290 mortes fetais. Isto equivale à perda de 23 a 25 fetos por cada mês. Portanto, quase todos os dias perdemos um feto já com trinta e muitas semanas. É natural que, quanto maior for o número de grávidas vacinadas, provavelmente, maior será a coincidência entre a perda fetal e uma grávida vacinada", afirmou Jorge Branco.
Para o responsável, o país está confrontado com a "terrível coincidência" de "dois casos próximos precisamente três dias depois da vacina": "O que está determinado e o que está escrito a nível internacional é que não há nenhum caso de morte fetal relacionado com o uso da vacina".
"Coincidência temporal"
Na segunda-feira, o director-geral da Saúde não quis alargar-se em comentários sobre o caso de Portalegre. Francisco George recordou que os números dos últimos cinco anos referem as mortes de 280 a 340 fetos por ano após as 28 semanas de gestação, "quase sempre sem explicação clínica".
"Pode acontecer que uma situação desta natureza tenha uma coincidência temporal associada à vacinação, mas não tenha uma relação causal. Todos os especialistas admitem que o mesmo problema teria acontecido independentemente da vacina", afirmou.
A uma questão sobre a possibilidade de as autoridades portuguesas acompanharem a prática seguida em Espanha, onde a vacinação das grávidas é feita sem adjuvante, o director-geral da Saúde respondeu: "Temos a vacina com o adjuvante que sabemos não representar qualquer risco acrescido".
Os possíveis efeitos secundários da vacina, frisava então Francisco George, "são muito ligeiros", ao passo que o risco de complicações associadas à Gripe A é dez vezes mais agudo nas grávidas.




para todas as gravidas que têm de tomar uma decisão tão dificil como esta.